Não fui atrás. Jamais.
Não vou deixar me arrastar
pela sua pequenez.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
A alma está nua,
sujeita a flores e espinhos.
Coisa de quem não veio ao mundo
se esconder.
sujeita a flores e espinhos.
Coisa de quem não veio ao mundo
se esconder.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
As palavras estão no ar,
sei que não são para mim.
Mas se tivesse uma rede
daquelas de caçar borboletas,
cataria uma a uma.
Colocaria no álbum de lembranças
que guardei de você.
sei que não são para mim.
Mas se tivesse uma rede
daquelas de caçar borboletas,
cataria uma a uma.
Colocaria no álbum de lembranças
que guardei de você.
domingo, 11 de setembro de 2011
A cabeça baixa se levanta.
Percebe que a lua tá linda
e sempre esteve ali.
Seu olhar mudou.
Percebe que a lua tá linda
e sempre esteve ali.
Seu olhar mudou.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Baby, baby, não sei dizer
qual dos seus olhos me seduz mais.
Me entrego ao som da sua boca.
Me esfrego no seu rock glam.
Mr. Jones, visão minha
por tempos intermináveis.
qual dos seus olhos me seduz mais.
Me entrego ao som da sua boca.
Me esfrego no seu rock glam.
Mr. Jones, visão minha
por tempos intermináveis.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
canta seu amor
baixinho no meu ouvido.
juro ficar quietinha
para ouvir passarinhos.
diga seu desejo
dentro da minha boca.
juro ficar inquieta
até a hora dos carneirinhos.
de manhã, a gente se apronta,
põe as juras na mesa.
e voa com as borboletas.
baixinho no meu ouvido.
juro ficar quietinha
para ouvir passarinhos.
diga seu desejo
dentro da minha boca.
juro ficar inquieta
até a hora dos carneirinhos.
de manhã, a gente se apronta,
põe as juras na mesa.
e voa com as borboletas.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Gosto de brincar
de palavras cruzadas.
As minhas cortam as suas.
As suas atropelam as minhas.
Desafio que faz o tempo parar.
de palavras cruzadas.
As minhas cortam as suas.
As suas atropelam as minhas.
Desafio que faz o tempo parar.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Deus me deu a palavra.
Quando vem aos borbotões,
sei, sou chata.
Há quem me cala,
ora beijo, ora tapa.
Silêncio em resposta,
ah esse me mata.
Daquelas mortes
não anunciadas.
Quando vem aos borbotões,
sei, sou chata.
Há quem me cala,
ora beijo, ora tapa.
Silêncio em resposta,
ah esse me mata.
Daquelas mortes
não anunciadas.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Lamento. A gente
se tratou como bicho.
Você bicho acuado,
eu ferido.
se tratou como bicho.
Você bicho acuado,
eu ferido.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
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